quarta-feira, 8 de junho de 2011

À RODA

ADIVINHA...

Castanhas?

Nem sempre…

Quentes?

Há quentes e mais fresquinhas…

Inteiras?

Não, meias…

De leite?

Não, de lã…

Sempre?

Só às vezes…

Doces?

De algodão…

Brancas?

E coloridas…

Únicas?

Aos pares…

Na cabeça?

Nos pés…

Pelo chão?

Dentro dos sapatos…

Meias então…

Pois são!

De quem?

Minhas, tuas…

Castanhas?

Nem sempre…

Quentes?

Há quentes e mais fresquinhas…

Inteiras?

Não, meias…

De leite?

Não, de lã…

Sempre?

Só às vezes…

Doces?

De algodão…

Brancas?

E coloridas…

Únicas?

Aos pares…

Na cabeça?

Nos pés…

Pelo chão?

Dentro dos sapatos…

Meias então…

Pois são!

De quem?

Minhas, tuas…

Castanhas?

Nem sempre…

Quentes?

Há quentes e mais fresquinhas…

Inteiras?

Não, meias…

De leite?

Não, de lã…

Sempre?

Só às vezes…

Doces?

De algodão…

Brancas?

E coloridas…

Únicas?

Aos pares…

Na cabeça?

Nos pés…

Pelo chão?

Dentro dos sapatos…

Meias então…

Pois são!

De quem?

Minhas, tuas…

(...)

E onde vão parar?

Na gaveta!

Para sempre?

Até alguém as calçar.

Para sempre?

Até irem para lavar!

À mão?

Com sabão!

:)


domingo, 29 de maio de 2011

A centopeia e a aranha, lido por Santiago Silva



Santiago Silva lê "A centopeia e a aranha" para os alunos da #sala3 do Colégio de Alfragide.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Lengalengas, lidas por Filipa Borges



Filipa Borges lê lengalengas para os alunos da #sala3 do Colégio de Alfragide.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Capuchinho Vermelho, lido por Marta Silva



Marta Silva lê "O Capuchinho Vermelho" para os alunos da #sala3 do Colégio de Alfragide

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Rimas e lengalengas, lidas por Manuel Pinto



Manuel Pinto lê "Rimas e lengalengas" para os alunos da #sala3 do Colégio de Alfragide

terça-feira, 5 de abril de 2011



O sonho do chapéu


Era uma vez um chapéu...

Um chapéu azul... Ou seria verde, ou vermelho?

Bem, era um chapéu que tinha sido feito numa grande Fábrica de chapéus, com um material secreto, de cor imprecisa.

Na Fábrica pintaram-no de cinzento, cor de rato.

Saiu da Fábrica cheio de sonhos.

Era um chapéu que sonhava!

Estranho chapéu, diziam todos, sonhar é tarefa de cabeça.

Chapéu é para tapar a cabeça que sonha e não para fazer as suas tarefas de cabeça.

Mas o chapéu sonhava…

O que sonharia? Um chapéu cinzento cor de rato?

Boa pergunta!

E tu?

Se tu fosses um chapéu que sonhos achas que terias?


Meninos e meninas da #sala3


Não querem inventar sonhos para os chapéus cinzentos cor de rato,

sonharem na Primavera?

Fico à espera...

Beijinhos para todos

da Bruxinha

terça-feira, 29 de março de 2011