quarta-feira, 28 de setembro de 2011
O Cuquedo respondeu!
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Desenhos do Cuquedo e dos seus amigos
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Perguntas ao Cuquedo
domingo, 25 de setembro de 2011
O Cuquedo
Título: O Cuquedo
Autor(es): Clara Cunha, Paulo Galindro (Ilustrador)
Este livro, pela qualidade que apresenta recebeu a Menção Especial do Prémio Nacional de Ilustração 2008. O Cuquedo está à solta! Mas... o que é o Cuquedo? Será um pássaro? Será um avião? Não! É uma lengalenga original e muito divertida.
SINOPSE:
Os animais de grande porte - girafas, elefantes, hipopótamos, rinocerontes - andam numa correria de lá para cá e de cá para lá. Tudo isto porque chegou à selva o Cuquedo. O Cuquedo é muito assustador, prega sustos a quem estiver parado no mesmo lugar. Mas quem é o Cuquedo? A surpresa está reservada às crianças que lerem este livro. O texto de Clara Cunha é divertido e engenhoso e as ilustrações de Paulo Galindro são magníficas, plenas de cor, ritmo e humor. O melhor é lerem-no em movimento, não vá o Cuquedo fazer das suas! A construção da linguagem oral, assim como a construção do conhecimento, resulta de um processo de interacção entre o sujeito e o meio que o envolve. Para desenvolver a comunicação oral, o sujeito precisa de ter um ambiente social estimulador, um motivo e uma intenção de comunicar. A partir da intenção comunicativa as palavras são procuradas para representar as ideias, pensamentos e sentimentos. Ao recorrer ao vocabulário existe a necessidade de organizar tais palavras em frases, respeitando os aspectos gramaticais da linguagem. O educador tem a responsabilidade de proporcionar à criança meios de construção de aprendizagem, não podendo contudo esquecer que quando a criança chega ao jardim-de-infância é fruto do meio social do qual é proveniente, transportando consigo experiência e saberes anteriores. Cabe ao educador fortalecer, valorizar e iniciar a sistematização desses saberes e experiências proporcionando aprendizagens cada vez mais complexas e significativas para a criança, encorajando-a a resolver problemas e a iniciar novas experiências de aprendizagem. O papel do educador será de “observar e apoiar e, posteriormente, o de analisar a observação e tomar decisões ao nível de novas propostas educacionais para a criança individual” (Oliveira- Formosinho, 1998, p. 60) valorizando a aprendizagem activa, contextual, cultural e a construção de significados pelas crianças.
domingo, 11 de setembro de 2011
Sonhos

Voar como pássaros!
Ter casas nas árvores como esquilos.
Comer gelado de chocolate à sobremesa.
Fechar, com sete chaves, os monstros dos pesadelos.
Ouvir uma história contada pelos pais.
Adormecer depois de um beijinho e sonhar…
Amanhã acordar e ir para a escola...
Brincar e aprender. Aprender a brincar.
Um bom ano para todos!
quarta-feira, 8 de junho de 2011
À RODA
ADIVINHA...
Castanhas?
Nem sempre…
Quentes?
Há quentes e mais fresquinhas…
Inteiras?
Não, meias…
De leite?
Não, de lã…
Sempre?
Só às vezes…
Doces?
De algodão…
Brancas?
E coloridas…
Únicas?
Aos pares…
Na cabeça?
Nos pés…
Pelo chão?
Dentro dos sapatos…
Meias então…
Pois são!
De quem?
Minhas, tuas…
Castanhas?
Nem sempre…
Quentes?
Há quentes e mais fresquinhas…
Inteiras?
Não, meias…
De leite?
Não, de lã…
Sempre?
Só às vezes…
Doces?
De algodão…
Brancas?
E coloridas…
Únicas?
Aos pares…
Na cabeça?
Nos pés…
Pelo chão?
Dentro dos sapatos…
Meias então…
Pois são!
De quem?
Minhas, tuas…
Castanhas?
Nem sempre…
Quentes?
Há quentes e mais fresquinhas…
Inteiras?
Não, meias…
De leite?
Não, de lã…
Sempre?
Só às vezes…
Doces?
De algodão…
Brancas?
E coloridas…
Únicas?
Aos pares…
Na cabeça?
Nos pés…
Pelo chão?
Dentro dos sapatos…
Meias então…
Pois são!
De quem?
Minhas, tuas…
(...)
E onde vão parar?
Na gaveta!
Para sempre?
Até alguém as calçar.
Para sempre?
Até irem para lavar!
À mão?
Com sabão!
:)
domingo, 29 de maio de 2011
terça-feira, 24 de maio de 2011
quinta-feira, 21 de abril de 2011
quarta-feira, 13 de abril de 2011
terça-feira, 5 de abril de 2011

O sonho do chapéu
Era uma vez um chapéu...
Um chapéu azul... Ou seria verde, ou vermelho?
Bem, era um chapéu que tinha sido feito numa grande Fábrica de chapéus, com um material secreto, de cor imprecisa.
Na Fábrica pintaram-no de cinzento, cor de rato.
Saiu da Fábrica cheio de sonhos.
Era um chapéu que sonhava!
Estranho chapéu, diziam todos, sonhar é tarefa de cabeça.
Chapéu é para tapar a cabeça que sonha e não para fazer as suas tarefas de cabeça.
Mas o chapéu sonhava…
O que sonharia? Um chapéu cinzento cor de rato?
Boa pergunta!
E tu?
Se tu fosses um chapéu que sonhos achas que terias?
Meninos e meninas da #sala3
Não querem inventar sonhos para os chapéus cinzentos cor de rato,
sonharem na Primavera?
Fico à espera...
Beijinhos para todos
da Bruxinha
terça-feira, 29 de março de 2011
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
domingo, 27 de fevereiro de 2011
As cores da Maria
A mãe da Maria era cor do chocolate, o pai da Maria era cor das amêndoas descascadas.
O leite era da cor das nuvens na Primavera, o gato era da cor do carvão.
A cor da avó? Era igual à cor do arroz de açafrão.
Maria olhava-se no espelho e via-se igual à mãe. A mãe tinha um riso quente da cor do Sol.
Nos livros da Maria toda a gente era cor do leite: a Branca de Neve, a Alice, o Peter Pan... a Cinderela....
A Maria não tinha o rosto branco como a neve, não tinha caracóis loiros, nem olhos azuis como diziam ser os lindos olhos, das lindas crianças das histórias.
O rosto da Maria era castanho como o chocolate, os imensos caracóis do seu cabelo e os seus olhos eram negros como o café. Não seria ela tão bela como a Cinderela?
Uma noite, antes de adormecer, perguntou ao pai.
- Pai, porque são todos brancos os meninos dos meus livros? Porque não são da minha cor, da cor da mãe? Não é uma cor bonita?
- É minha querida, a tua cor é linda e doce. – disse o pai embrulhando-a num abraço.
Nessa noite, Maria adormeceu e teve um sonho... um sonho estranho... cheio de tintas e cores... E de manhã quando acordou tinha os seus livros abertos e espalhados pelo chão do quarto. Algo se passara. O Pinóquio estava azul, o Peter Pan vermelho, a Cinderela amarela... Afinal não tinha sido um sonho? Ou não acordara ainda?
Sonho já não seria porque ouviu o pai dizer lá da cozinha.
- Anda Maria, o pequeno almoço está na mesa!
Mas algo se passara! E ela bem viu uns pingos de tinta no chão da casa, nas escadas do prédio e até no caminho para a escola.... O pai parecia não notar e a Maria não disse nada.
No fim do dia, na sala da Maria, as crianças estavam diferentes. Os pais reclamaram.
- A minha filha está cheia de tinta verde! – disse um
- O meu filho está roxo! – disse outro
- O meu deve ter camadas de várias cores, está negro! – disse uma mãe.
Chamaram a Ana que apareceu com um sorriso doce, cor de caramelo!
Maria, cor de chocolate, ria, ria... Feliz!
Que tal uma festa de Carnaval?
Sílvia Alves
ILustração: Isa Silva





